Meus Outros Primeiros Romances - Poema Vinte E Dois - Sem Título VII

Photo by Tina Ruzina

Beijo a sua mão,
toco o seu rosto,
toco a sua boca,
mexo com você.
Ajunto os seus braços nos meus.
Cruzo minhas pernas com as suas.
Aspiro o seu cheiro de fêmea
que inunda o ar.

Beijo os seus seios,
toco em suas pernas,
beijo os seus pés,
mordo a sua orelha.
Ai! Como você é gostosa.
Como você é bem-feita.
E nunca direi que você é
muito, muito, muito boa de
cama.

Beijo a sua barriguinha,
encho de beijos o seu corpo,
toco com leveza o seu rosto e
cheiro os seus cabelos.
Nossa Senhora! Que mulher é você?
Você é mais linda do que eu
disse.
Só você consegue prender o meu
coração.

Oi, meu amor, chega de te
idolatrar.
Vem cá para cima da cama que
eu quero te elevar às alturas,
que eu quero te dar prazer,
e que o nosso sexo seja tão bom
como o resto que sempre fizemos com
muito prazer outras vezes, até o
fogo explodir.

Roubo demais a sua alma depois
do nosso êxtase.
Esse clima é o fim de um combate
mortal de dois guerreiros do amor.
Os guerreiros que lutam com muita
dor.
Os guerreiros que se unem com
grande sagacidade chegando ao
duelo final.

Já agora eu quero lhe falar:
seus seios como maçãs,
sua boca como o sol,
seu rosto como a lua,
suas pernas e os seus pés como
esculturas,
sua orelha pequena me excita,
sua barriguinha macia me inspira,
seus cabelos tão lisos,
seu cheiro tão entorpecedor,
me faz sentir no céu e me
faz querer fazer tudo de novo
com você, um milhão de vezes
sem querer, até você sentir em
seu coração que me ama de
tesão!

05 de maio de 1994





Meus Outros Primeiros Romances - Poema Vinte E Um - Sem Título VI

Photo by Tina Ruzina

Tenho medo só de pensar que um
dia nos separaremos, indo nossos
sonhos para um final tenebroso e
triste.
Se tiver de repetir mil vezes que te
amo, repetirei.
Se fizer você feliz uma noite, me
tranquilizarei quanto a você.
Mas, é como eu venho afirmando:
você ama outro homem mais
bonito do que eu, charmoso e mais
atraente.
Ele é tudo isso e eu só sou um
medíocre e reles mortal que
ama uma princesa como você.
A força desse sentimento é tão
mortal quanto a força de um
raio e a imponência de um
furacão.
Impotente eu estou frente a esse amor
extremamente tentador, que me faz
desejar a sua boca mais do que
qualquer outra coisa.
Eu sei que um dia fui arrogante e
falso como o mais infernal dos
homens; mas, agora aprendi com
a vida, aprendi a amá-la
durante todos esses anos que
sempre te vi com esse seu belo
sorriso e o seu excitante, mágico
e suave corpo.

05 de maio de 1994





Meus Outros Primeiros Romances - Poema Vinte - Sem Título V

Photo by Tina Ruzina

Na inconsciência da magia do seu
olhar, peço para me amar, peço
misericordiosamente para me amar, peço
para nadar nas delícias do seu corpo,
peço para tumultuar o meu domicílio
interior e meu apêndice espiritual,
consideravelmente incapaz de medir
e assegurar o quanto você é
bonita.
Sua beleza agressiva e selvagem é
como um tiro no coração, como
uma espada cravada no peito, porque
é esplêndido o seu corpo.
Deslumbrante é essa sua boca, que
tenho vontade de beijar.
E lamber
todo o seu corpo junto com vinho
para depois atingirmos juntos a
obra-prima do sexo.
Quero transar, transar, transar, transar
com você até a exaustão de minhas
forças, até o vazio de minha
alma, embelezando ainda mais
nossa paixão.
Sei que me ama tanto quanto eu te
amo, mais do que a própria
beleza que é tua companheira.
Desculpe.
Quem me dera que você me amasse,
quem me dera que você me desejasse,
já que as coisas que escrevi acima
eu sei que nunca vão acontecer
entre mim e você, entre o
leão e a princesa, entre o dragão e
a ninfeta.

05 de maio de 1994





Meus Outros Primeiros Romances - Poema Dezenove - Sem Título IV

Photo by Tina Ruzina

Não me diga como será.
Não me diga para esperar.
O fim do nosso amor.
Não faça isso não.
Não, não faça.
Perto do final dos tempos
separar-se é loucura.
Veja o mundo como está:
Violência
Guerra
Destruição
Fome
Morte.
É horrível dizer isso, mas é
verdade: o mundo está acabando.
A esperança é mínima.
O amor é curto.
A paixão que eu sinto por você
é eterna.
Não digo que te amo, porque isso
não é amor.
Isso é só uma paixão intensa e
ardente.
Já não há mais harmonia nos quatro
cantos do mundo.
Já não há mais como ouvir
as trombetas de Israel, as trombetas
da paz.
A Torre de Babel que construí para
representar minha paixão por
você continua firme.
As cidades da Bósnia já não
são mais.
Paixão. Esta palavra agora não
significa mais nada neste
mundo torpe.
Para mim, essa palavra só faz
parte do meu vocabulário.

05 de maio de 1994





Meus Outros Primeiros Romances - Poema Dezoito - Sem Título III

Photo by Tina Ruzina

Um poema para ser verdadeiro
tem que ter o clima de uma
verdadeira paixão, que eu
sinto a cada dia por você,
que cresce lentamente, como
que para virar um eterno
grande amor.
Um eterno grande amor não é
eterno como muitos pensam,
nem tão forte como o meu, mas
para ser grande o amor tem que
resistir ao desprezo e à
indiferença da pessoa que se
ama.
A mulher que eu amo não liga para
mim e nunca vai ligar, pois
represento só mais um cara
comum de sentimentos nobres
que não interessa a ela.
Amores perdidos eu nunca tive,
pois nunca amei outra mulher sem ser
minha mãe, mas essa mulher me
faz sentir o mais amoroso dos
mortais.
Sinto ela como se ela fosse me
deixar beijá-la se eu pedisse, mas
é um sonho impossível de um
simples apaixonado que se contenta
com o corpo de outras mulheres,
medíocres e sem graça, por quem eu
não sinto nada.
Só com você, você, que juro que o
meu amor é tão forte como
o meu coração que tanto sofreu
humilhações até hoje.
Os dias ficam para trás, as noites
vem como um pesadelo; se já
não tenho medo de amar,
afirmo agora mais do que nunca
que você nunca vai me amar.
É estranho pensar que me amará,
porque é muito mais estranho
pensar que um dia vou amar
outra, não muito interessante como
você, e não vai ser um
sentimento arrebatador como o que
sinto agora.
O que eu sinto agora é tão
forte que não sei se vou
sentir isso outra vez,
ainda mais temendo um novo
amor, um amor de segunda,
pois o amor que sinto agora
é de primeira categoria e de
primeira grandeza.

05 de maio de 1994





Meus Outros Primeiros Romances - Poema Dezessete - Sem Título II

Photo by Tina Ruzina

Meu coração chora ardente de
desencanto.
Em vão, tento conter o quente
pranto que banha de amargura
os meus versos neste poema.
Tenho vontade de correr, correr,
correr, até ir de encontro à sua
boca e morrer de tanta paixão.
Choro amantes que nunca tive,
mulheres que nunca amei,
garotas que nunca namorei,
princesas que eu sempre idolatrei e
senhoras que eu sempre admirei.
Amo toda e qualquer mulher, seja
de qualquer cor, seja de belezas
diferentes, seja de canduras diferentes,
que seja amável e ardente.
Satisfaço a minha alma de alegrias
que nunca são alegrias e sorrisos
que nunca são sorrisos.
Tu não sabes, amada, o que sempre
senti, o que nunca senti e
o que sempre sentirei.
Sentimento que queima mais que
esse pranto e o que eu assimilo
a cada dia que te vejo.
Declaro mil vezes se você quiser,
dez vezes se não quiser,
um milhão de vezes se me pedir,
que choro por você não me amar,
por você não me beijar,
por você não me namorar.
Não posso ser belo como Adônis,
belo como um tigre,
belo como um leão,
mas pelo menos sou belo de
coração.
Almejo alcançar o céu da sua alma,
como o navegante almeja chegar
a alto mar,
o gavião almeja chegar ao ninho,
o leão almeja matar a presa,
como a árvore almeja viver
cem anos.
Entretanto, meus poemas são a
única forma de me aproximar
de você,
de ter você,
de amar você,
de namorar você,
de possuir você,
porque todos os meus poemas
são escritos para aliviar a
tensão do meu coração em pranto
e atingir o fundo do seu
coração em encanto.
Já amei você,
amo você,
sempre, sempre, desde o princípio
dos tempos, sinto que
conheço você de outras épocas,
outras vidas,
outros lugares,
e nunca queria me separar de
você, como está acontecendo
agora.
Mais pranto agora enche a minha
alma, mais do que a extrema
aflição que sinto ao vê-la,
sem poder tocá-la,
sem poder beijá-la,
sem poder possuí-la.
Ter você é uma meta da minha
vida,
tocar você é um dever da
minha paixão,
beijar você é uma afirmação
da minha paixão,
possuir você é uma obrigação
do meu coração.
É a obrigação de um
coração que está cansado de
sofrer,
desesperado por sofrer,
destruído por sofrer,
que sempre diz para mim:
“ame com intensidade,
viva com intensidade,
pois amar, amar e amor só é
um atributo das pessoas
sensíveis e que um dia serão
amadas,
das pessoas que vivem para
um dia ser amadas,
das pessoas que vivem por
pedir um amor,
das pessoas que nunca odiaram
por amor,
das pessoas que sempre terão o
que amar,
das pessoas que realizam seus
sonhos perdidoa,
das pessoas que ampliam desejos
carnais,
das pessoas que respiram o
cheiro do sexo,
das pessoas que sentem o que
é isso, o amor, e é um
sentimento de um homem
como você que sofre por ela
não te amar.”

05 de maio de 1994





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