Românticos Rugidos Para Uma Divinal Leoa

Românticos Rugidos Para Uma Divinal Leoa - Rugindo Para A Languidez Da Leoa

23:27:00 Inominável Ser 4 Comments


Lânguida beleza,

formosura,

leonina formosura,

da nobreza

da feminil realeza...


Lânguida beleza,

raiz,

leonina raiz,

da árvorwe

dsa feminil beleza...


Lânguida beleza,

universo,

leonino universo,

do existir

da feminil beleza...


Ah,

Leoa,

tu,

lânguida,

ruge mais alta!


Ah,

Leoa,

tu,

lânguida,

ruge nas alvoradas!


Ah,

Leoa,

tu,

lânguida,

ruge nas noitadas!


Tua languidez

envolve a rara

altura da

Una Beleza,

Leoa!


Tua languidez

expressa toda

altura da

Una Beleza,

Leoa!


Tuia languidez,

ó,

Filha Do Lwão Deus,

expressa a própria

Una Beleza!


Novamente,

Leoa,

poetizando-te sinto-me

lacrimoso

e languidamente inspirado!


Novamente,

Leoa,

poetizando-te sinto-me

tão perto do vosso

lânguido belo trono!


Novamente,

Imperatriz Leoa,

poetizando-te sinto-me

rugir aí dentro de vosso

lânguido leonino coração!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Leoa!


Inominável Ser

NO SÉTIMO RUGIDO

PARA

A DIVINAL LEOA









4 Românticos Aqui Se Revelaram:

Jacarée disse...

A beleza é...
Essa luz q ilumina
Tudo o que existe em nós de um puro, veio mítico
O foco das divindades, num olhar... na ânsias do mesmo seio.
Borrifes de Jacarée

Como disse Charles Baudelaire...

A BELEZA


La Beauté

Je suis belle, ô mortels! comme un rêve de pierre,
Et mon sein, où chacun s'est meurtri tour à tour,
Est fait pour inspirer au poète un amour
Éternel et muet ainsi que la matière.

Je trône dans l'azur comme un sphinx incompris;
J'unis un coeur de neige à la blancheur des cygnes;
Je hais le mouvement qui déplace les lignes,
Et jamais je ne pleure et jamais je ne ris.

Les poètes, devant mes grandes attitudes,
Que j'ai l'air d'emprunter aux plus fiers monuments,
Consumeront leurs jours en d'austères études;

Car j'ai, pour fasciner ces dociles amants,
De purs miroirs qui font toutes choses plus belles:
Mes yeux, mes larges yeux aux clartés éternelles!



Eu sou bela, ó mortais! Como um sonho de pedra,
E meu seio, onde todos vêm buscar a dor,
É feito para ao poeta inspirar esse amor
Mudo e eterno que no ermo da matéria medra.

No azul, qual uma esfinge, eu reino indecifrada;
Conjugo o alvor do cisne a um coração de neve;
Odeio o movimento e a linha que o descreve,
E nunca choro nem jamais sorrio a nada.

Os poetas, diante de meus gestos de eloqüência,
Aos das estátuas mais altivas semelhantes,
Terminarão seus dias sob o pó da ciência;

Pois que disponho, para tais dóceis amantes,
De um puro espelho que idealiza a realidade:
O olhar, meu largo olhar de eterna claridade!

Agradeço o comentário, Jacarée.

Medye Platinun disse...

Lindo, Giovani. Sei bem que vós escreves apartir de uma inspiração, mas essa foi belamente profunda. Lacrimoso? Verdade?
Lindo lindo!

Sim, Medye, realmente me emocionei escrevendo a este poema, a emoção acompanha, igualmente, a minha escrita, uma inspiração natural, mui natural e sincera...

Singela...

Florescente...

Magnética...

Mágica...