Meus Treze Primeiros Romances

Meus Treze Primeiros Romances - Poema Seis - Intenso, Alegre, Imenso!

00:00:00 Inominável Ser 2 Comments


É raro ver um amor

como o meu,

que atravessa o Universo,

que transpassa versos,

que rasga versos,

que embeleza

versos.


Sou grato por ser poeta,

tão poeta como os pássaros,

tão poeta como as borboletas,

tão poeta como

os mais

talentosos

poetas.


Sou feliz por esse amor

me invadir,

resgatar a ternura que

virgem e sadia era,

destronar a loucura

do desprezo

que reinava.


Amo a vida,

amo a beleza,

amo minha mãe,

amo as mulheres bonitas,

desejáveis,

amáveis,

puras como a pureza.


É mais raro

o amor que sinto

porque ele é

decerto lindo,

tentando se

transfigurar

em eterno abrigo.


Chorava,

chorava por longas noites

e dias infelizes,

vivia a saciar-me

da triste

infelicidade

da fatalidade sentida.


Estou em estado

de satisfação

por saber que sou mais

que humano,

sou belo de alma,

sou lindo de coração,

sou bonito de sentimentos.


Quero ser para a mulher

que me ama,

o professor que lhe

ensinará

a mais me querer,

a mais me amar,

a mais me ter.


Sorri nas alegrias,

alegrias de glórias

sem vida;

morri no desprezo,

desprezo sem sentido;

ressurgi como Fênix

e feliz agora sei que sou.


Atiro ao chão

o mal que jaz

no meu coração,

gasto as forças

que precisava,

preservo as vidas

que viverei.


Sou feliz,

sou feliz,

mas,

no coração que raramente

é feliz,

infelicidade domina

e alegria falta.


Quinta-feira, 01 de junho de 1995







2 Românticos Aqui Se Revelaram:

Aмbзr Ѽ disse...

belo poema.

http://terza-rima.blogspot.com/

Cria disse...

Excelente postagem, poeta amigo !! Meu carinho e o desejo de um excelente domingo.