Alma Eterna,

As Visões De Todos Os Românticos Sacros Momentos

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Sacras orações das mais silenciosas

guardam o monumento pálido

e tranquilo

das nossas almas,

duas amantes almas gigantes

que se igualam às

montanhosas almas

da Eternidade.


Sacra sensibilidade nos poetiza

e poetizamos a partir das visões

que Fadas e Anjos põem

em nossas almas,

estas nossas almas tão

impulsivas,

estas nossas almas tão

instintivas,

estas nossas almas tão

intuitivas.


Sacra é a ordem da nossa

poesia que se eterniza

na lentidão das horas,

não somos buscadores

de fama e de glória,

somos poetas,

minha poetisa gloriosa,

celebridades do reality show

da Deusa Poesia,

um programa existencial

para poucos

em todas as Etas.


Sacra é a virtude que nos motiva,

amparada nas amarras

de nossas ligas,

densas ligas que nos unem

aos Bardos Antigos

e aos Bardos Do Agora,

assim como aos

Bardos Do Amanhã,

filhos,

como nós dois,

da Eterna Deusa Poesia.


Sacro é o romance que vivemos

entre versos e rimas,

entre sonetos e poéticas prosas,

romance em vários romances

que nos lançam para lá

e para cá

e para acolá

no sentido da Grande Loucura

Que É

O Poetizar.


Sacra é a nossa existência,

Eterna Existência,

somos almas que há Eras

poetizam,

de vestimenta a vestimenta

romantizando acerca das

labirínticas formas

da Vida,

romantizando acerca

da Grande Esfinge

que é a própria

Vida.


Sacra é

A Vida,

ah,

A Vida,

Isto que nos dá

A Poesia,

que nos dá

O Poema,

que nós dá

O Verso,

que nos dá

A Rima!


Sacro é

O Verbo Divino,

sem o qual não haveria

a nossa poesia

e,

muito menos,

minha cara

Musa E Oráculo,

qualquer tipo

de poesia.


Inominável Ser

SACRO

POETA

INOMINÁVEL


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